Obra de Tarsila do Amaral de R$ 250 mi vai parar no chão da casa de herdeiro do Itaú
Um episódio curioso tem chamado atenção no universo das artes plásticas. Um quadro de Tarsila do Amaral, uma das maiores representantes do modernismo brasileiro, foi visto recentemente escorado no chão da casa do ex-presidente do Itaú, Roberto Setubal. Trata-se de “Sol Poente”, de 1929, obra pertencente à fase mais valiosa da artista, marcada pela criação de ícones como o célebre “Abaporu”.
A aparição da pintura em um ambiente doméstico, fora de museus ou galerias, gerou burburinho entre colecionadores e especialistas, que destacam a raridade e a importância histórica da peça. Produzida no mesmo período em que Tarsila consolidava sua estética singular, “Sol Poente” reforça o prestígio da artista no mercado internacional e reafirma seu papel como símbolo da identidade cultural brasileira.
O episódio reacende debates sobre a circulação de obras de arte de alto valor em ambientes privados e sobre a preservação de patrimônios artísticos que transcendem fronteiras. Para críticos, a presença de “Sol Poente” em destaque na residência de Setubal é um lembrete da força e da atualidade da obra de Tarsila, que continua a inspirar e provocar admiração quase um século após sua criação.

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