A Copa do Mundo de 2026, que será realizada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México, começa a enfrentar um cenário inesperado às vésperas do maior evento esportivo do planeta. Nas últimas semanas, foi registrado um aumento significativo no número de devoluções de ingressos, acompanhado pelo crescimento de campanhas de boicote promovidas por torcedores em diferentes países.
De acordo com informações divulgadas por veículos internacionais como Marca, The Guardian e New York Times, há uma mudança perceptível no comportamento de parte da torcida, que demonstra insatisfação com diversos aspectos relacionados ao Mundial. Entre os motivos citados estão críticas à logística, aos preços elevados e a questões políticas e organizacionais que envolvem o evento.
A devolução de ingressos, que inicialmente era tratada como um movimento isolado, passou a ganhar proporções maiores, acendendo um alerta entre os organizadores. Especialistas apontam que a tendência pode impactar diretamente a ocupação dos estádios e a atmosfera tradicionalmente vibrante das Copas do Mundo.
Enquanto isso, campanhas de boicote se espalham pelas redes sociais, impulsionadas por torcedores que defendem mudanças estruturais no formato e na condução do torneio. A repercussão internacional pressiona a FIFA e os países-sede a revisarem estratégias de comunicação e engajamento para conter a insatisfação crescente.
A poucos meses do início da competição, o cenário ainda é de incerteza, mas o movimento já provoca debates sobre o futuro dos megaeventos esportivos e a relação entre torcedores, entidades organizadoras e países anfitriões.